A EVAL Health nasceu de um pedido que os departamentos de TI não conseguiam atender. Profissionais clínicos precisavam de apoio à decisão clínica, avaliações de pacientes e calculadoras feitas para o modo como a própria clínica trabalha. Essas ferramentas importavam para a clínica que as pediu, mas nunca tinham prioridade sobre um projeto de prontuário eletrônico de toda a organização, e assim o trabalho continuava no papel: formulários pontuados à mão, digitalizados no prontuário, sem nenhuma forma de ver a pontuação mudar ao longo do tempo e sem nenhuma forma de sinalizar o resultado que exigia atenção.
Jennifer Glen, DNP, enfermeira de prática avançada, e Tim Michalski, engenheiro de TI em saúde, já haviam construído apoio à decisão clínica juntos, em hematologia e cardiologia. Desta vez começaram mais atrás, perguntando o que as clínicas costumam precisar do departamento de TI. Apoiados em décadas de prática clínica e em horas de entrevistas com profissionais sobre como o dia deles realmente transcorre, mapearam os instrumentos que as clínicas já aplicavam no papel: como cada um era pontuado, o que a pontuação mudava e em que momento da consulta ela precisava aparecer para valer alguma coisa.
Há milhares de instrumentos clínicos publicados em revistas científicas que os profissionais querem usar e não têm como aplicar na prática. Um formulário em papel é difícil de administrar e de pontuar de forma confiável, e as regras de pontuação impressas em um artigo não são, por si só, uma ferramenta em funcionamento.
Mais ninguém vai construir esses instrumentos. A maior parte do esforço de TI em saúde vai para a documentação, para deixar a consulta registrada no prontuário eletrônico, e não para os instrumentos que um profissional usa para avaliar um paciente e decidir o que vem a seguir. Pedidos desse tipo esperam anos. Também não há desenvolvedores de TI em saúde suficientes para construí-los um a um, e cada ferramenta construída precisa ser mantida por anos depois disso. Profissionais clínicos têm condições de construir esses instrumentos eles mesmos. O que lhes faltava era um construtor intuitivo, sem código, pensado para essa tarefa.
O EVAL é esse construtor. Trabalhando sozinho, um profissional clínico consegue escrever as perguntas, ramificá-las conforme as respostas dadas, pontuar o resultado e definir a faixa que dispara um alerta. O instrumento pronto chega à equipe e aos pacientes em dias, não em meses ou anos.